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sábado, 8 de outubro de 2011
Sociologia + Arte(parte III)
10:28 | Postado por
Camilla Nogueira |
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Becker e a arte como ação coletiva
A participação e experiência pessoal em vários mundos artísticos levaram-me a uma concepção da arte com uma forma de ação coletiva.
É facilmente sustentável a posição de que a arte possue amplo caráter social. O autor exemplifica, para melhor ilustração, que ao focalizar uma obra de arte especifica é útil pensar na organização social como uma rede de pessoas que cooperam para produzir e até consumir a obra em questão através de elos cooperativos.
Outra linha de pensamento que permite a continuidade dessa tese central encontra-se no tocante das convenções: As convenções tornam a ação coletiva mais simples e menos custosa no que se refere a tempo, energia e outros recursos; mas elas não tornam impossível a obra não-convencional, tornam-na mais custosa e mais difícil.
Ainda em relação às convenções, elas sugerem o grau de institucionalização desse processo. Tipos de artistas se configuram a partir do nível de alinhamento a essas convenções: o tipo ingênuo não seria de grande interesse sociológico por estar fora do contexto dessas convenções e preservar baixa interação social; o tipo integrado estaria alinhado às convenções, estaria legitimado, portanto, seria consagrado em seu meio; e o tipo inconformista, seria aquele que inicialmente se socializa, emerge no próprio mundo das convenções, e, posteriormente, rompe (podendo se reintegrar ou não).
Com isso, a arte é social no sentido de que ela é criada por redes de relações de pessoas que atuam juntas e propõe um quadro de referência no qual formas diferentes de ação coletiva, mediadas por ações aceitas ou recentemente desenvolvidas, podem ser estudadas – como direciona Becker.
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| Eu, realmente, super indico! |
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Sociologia,
Sociologia da arte
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quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Sociologia + Arte
11:59 | Postado por
Camilla Nogueira |
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El arte por su papel y por su alcance social, solo recientemente se ha situado, o más bien impuesto decididamente, a la atención de los sociólogos, de modo que llega a constituir una rama especializada de la sociologia, o una sección de la sociologia, y precisamente uma “sociologia del arte”.
Michele Marotta

Retomando alguns escritos próprios, compreendi, definitivamente, a riqueza desse campo e percebi o quanto ainda ele tem e pode ser explorado – a partir da bibliografia já existente e seus desdobramentos: das primícias, como o entender a sociologia da arte (essa relação difícil, como nos indica Tota e Bourdieu), às fusões mais complexas, envolvendo outras áreas desse meio ou até de outros, como o da política (a partir de Marcuse, por exemplo).
Diante desse cenário vasto e complexo, a partir de Anna Lisa Tota e Howard Becker, transcenderei (ou tentarei, ao menos), aqui no Outra Flor, junto ao descortinar dos posicionamentos e pensamentos impressos desses autores.
Porque...
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| Muito bem, Mafalda! |
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Segundona pra pensar...
17:56 | Postado por
Camilla Nogueira |
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| * |
Frase para deixar qualquer segunda-feira mais curiosa. Isso decanta esse ou aquele silencio inconsciente... O início do entendimento de certas "loucuras caladas" da psique.
*Imagem extraida do blog Sombras De Anjo.
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Nada a declarar
13:24 | Postado por
Camilla Nogueira |
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Um curta GENIAL do Acioli. Texto incrível, com dosagem máxima de política da ironia.
Um chute no sistema e nas cabeças ocas!
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Sobra espaço?
12:49 | Postado por
Camilla Nogueira |
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Sociedade pós-industrial, ceticismo e dogmatismo, desterritorialização da cultura, mito e religião, falácias, metafísica, racionalismo cartesiano, Foucault, a expansão do espírito científico, a ética e a não-ética, valores, a moral, adestramento ou reflexão, ascetismo medieval, dessacralizações, os paradoxos do amor, loucura, sabedoria, mortes simbólicas, Nietzsche, repressão da criatividade, o belo, o feio, Sartre e seu existencialismo, a imaginação, a arte...
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Marcha das Vadias
15:32 | Postado por
Camilla Nogueira |
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(CALMA! Antes de atirar a primeira pedra, leia o que tenho a dizer...)
Diante dos levantes mundiais, a Slut Walk tem adquirido um certo espaço no cenário midiático brasileiro . Trata-se de um movimento recente do feminismo contemporâneo que luta pela igualdade de gênero e pelo fim da violência contra a mulher.
O termo choca, inicialmente...
E nesse aspecto terminológico, o vadia sai da esfera de uma primeira suposta compreensão(o tal senso comum) e cai no campo sociológico com um novo sentido aliado a Política da ironia: onde "os sentidos devem ser abertos - A ideia do uso da ironia é pegar um significado fixo, no caso a palavra vadia, e desconstruir este significado” (C.L.H.). Termo, portanto, reconstruido; entenda, agora, vadia como mulher livre.
É bem verdade que o movimento poderia ser denominado de Marcha das Mulheres Livres; mas, vamos combinar: não causaria tanto impacto, certo?
E qual o start desse movimento? Pois, a desigualdade de genero, a violência contra a mulher e esse machismo desenfreado estrutural é próprio da sociedade há anos luz...
"(...)Tudo começou em 24 de janeiro, quando o policial Michael Sanguinetti proferiu uma palestra para um grupo de estudantes da Universidade de York sobre como evitar a violência sexual. 'Disseram que eu não deveria dizer isso', ele disse assim mesmo, 'mas as mulheres devem evitar se vestir como vagabundas (sluts) para não se tornarem vítimas'. Indignadas, as estudantes responderam organizando a primeira Marcha das Vadias, que reuniu cerca de 3.000 pessoas, em sua maioria mulheres, em torno de uma mensagem simples e direta: os homens não tem o direito de estuprar ou abusar sexualmente das mulheres, independentemente do que elas estejam vestindo."
Para além... Antes mesmo de chegar aos jornais online, aos blogs e a tv(e sofrer ironização); a marcha tomou às ruas de várias capitais brasileiras:
NÃO à opressão, aos preconceitos geracionais...
SIM à onda de protestos contra a culpabilização das vítimas de estupro e de outras formas de violência sexual!!!
Diante dos levantes mundiais, a Slut Walk tem adquirido um certo espaço no cenário midiático brasileiro . Trata-se de um movimento recente do feminismo contemporâneo que luta pela igualdade de gênero e pelo fim da violência contra a mulher.
O termo choca, inicialmente...
E nesse aspecto terminológico, o vadia sai da esfera de uma primeira suposta compreensão(o tal senso comum) e cai no campo sociológico com um novo sentido aliado a Política da ironia: onde "os sentidos devem ser abertos - A ideia do uso da ironia é pegar um significado fixo, no caso a palavra vadia, e desconstruir este significado” (C.L.H.). Termo, portanto, reconstruido; entenda, agora, vadia como mulher livre.
É bem verdade que o movimento poderia ser denominado de Marcha das Mulheres Livres; mas, vamos combinar: não causaria tanto impacto, certo?
E qual o start desse movimento? Pois, a desigualdade de genero, a violência contra a mulher e esse machismo desenfreado estrutural é próprio da sociedade há anos luz...
"(...)Tudo começou em 24 de janeiro, quando o policial Michael Sanguinetti proferiu uma palestra para um grupo de estudantes da Universidade de York sobre como evitar a violência sexual. 'Disseram que eu não deveria dizer isso', ele disse assim mesmo, 'mas as mulheres devem evitar se vestir como vagabundas (sluts) para não se tornarem vítimas'. Indignadas, as estudantes responderam organizando a primeira Marcha das Vadias, que reuniu cerca de 3.000 pessoas, em sua maioria mulheres, em torno de uma mensagem simples e direta: os homens não tem o direito de estuprar ou abusar sexualmente das mulheres, independentemente do que elas estejam vestindo."
Para além... Antes mesmo de chegar aos jornais online, aos blogs e a tv(e sofrer ironização); a marcha tomou às ruas de várias capitais brasileiras:
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| Em Natal - RN |
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| Em SP |
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| Panfleto do movimento no RJ |
NÃO à opressão, aos preconceitos geracionais...
SIM à onda de protestos contra a culpabilização das vítimas de estupro e de outras formas de violência sexual!!!
Mexeu com uma, mexeu com todas!
domingo, 12 de junho de 2011
Um universo de ideias numa manhã de domingo
12:48 | Postado por
Camilla Nogueira |
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Eu não poderia estar matando, roubando e me drogando... Mas eu poderia estar falando sobre o amor, paixão, enamorados ou tecendo um post sobre esse dia - q tanto ganha holofotes e repousa seu clímax hoje: 12 de Junho - dia dos namorados no Brasil.
Aliás, se fosse falar sobre esse último tema, estaria criticando, de certa forma, a comemoração. Celebrar algo assim precisa ser uma prática diária, perceba: num mundo de tantas pessoas e coisas, duas pessoas se encontram e se amam ao mesmo tempo(convencionalmente falando). E quantos milhões de casais/duplas tem por aí? Fala se não é quase um milagre!
E essa data?
"Puramente" capitalista pra aguçar VOCÊ consumista de plantão!
Voltando ao que me predispus a falar hoje...
Oculto, escondido, por debaixo dos panos, omissão, falsa-moral... Como essas "coisinhas" estão entranhadas em nosso meio.
Sim, estão... Você q não sabe, como eu não sabia.(Ou só eu que não sabia ou não queria enxergar?)
Essa semana ,conversando numa reunião, comentávamos sobre o fato de que pessoas conseguem ser coluna(canal, apoio etc) umas das outras, e que isso tem seu lado positivo. Possivelmente, num dado instante, todo mundo se depara com algo que não conseguirá resolver sem o apoio de alguém , e aí entram essas pessoas-coluna. Afinal, o que somos sozinhos?
Essa semana, também, um amigo me falou sobre enigmas, e partilhei com ele um certo enigma que me tira de órbita(a experiência dele o fez compreender isso, antes mesmo da minha posição).
Mas, juntando esses dois momentos - brevemente relatados: pessoas X seus enigmas
E quando as pessoas não revelam tudo aquilo que são?
As atitudes não podem ser apagadas, m as não podem ser repensadas?
Que mal tem a transparência?
Onde fica a cumplicidade?
Na nossa sociedade está tudo assim mesmo, tão "pseudo"?
Não vou responder nem esses nem outros tantos questionamentos; seria muita ousadia, por hora.
Continuarei pensando...
E continuarei investindo em relacionamentos, porque nesse grande hospital existem ainda pessoas curadas e até imunes.
Aliás, se fosse falar sobre esse último tema, estaria criticando, de certa forma, a comemoração. Celebrar algo assim precisa ser uma prática diária, perceba: num mundo de tantas pessoas e coisas, duas pessoas se encontram e se amam ao mesmo tempo(convencionalmente falando). E quantos milhões de casais/duplas tem por aí? Fala se não é quase um milagre!
E essa data?
"Puramente" capitalista pra aguçar VOCÊ consumista de plantão!
Voltando ao que me predispus a falar hoje...
Oculto, escondido, por debaixo dos panos, omissão, falsa-moral... Como essas "coisinhas" estão entranhadas em nosso meio.
Sim, estão... Você q não sabe, como eu não sabia.(Ou só eu que não sabia ou não queria enxergar?)
Essa semana ,conversando numa reunião, comentávamos sobre o fato de que pessoas conseguem ser coluna(canal, apoio etc) umas das outras, e que isso tem seu lado positivo. Possivelmente, num dado instante, todo mundo se depara com algo que não conseguirá resolver sem o apoio de alguém , e aí entram essas pessoas-coluna. Afinal, o que somos sozinhos?
Essa semana, também, um amigo me falou sobre enigmas, e partilhei com ele um certo enigma que me tira de órbita(a experiência dele o fez compreender isso, antes mesmo da minha posição).
Mas, juntando esses dois momentos - brevemente relatados: pessoas X seus enigmas
E quando as pessoas não revelam tudo aquilo que são?
As atitudes não podem ser apagadas, m as não podem ser repensadas?
Que mal tem a transparência?
Onde fica a cumplicidade?
Na nossa sociedade está tudo assim mesmo, tão "pseudo"?
Não vou responder nem esses nem outros tantos questionamentos; seria muita ousadia, por hora.
Continuarei pensando...
E continuarei investindo em relacionamentos, porque nesse grande hospital existem ainda pessoas curadas e até imunes.
quinta-feira, 2 de junho de 2011
O Amor, Quando Se Revela
23:54 | Postado por
Camilla Nogueira |
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Acabei de receber de um amigo esse lindo poema de Fernando Pessoa. Não ouso deixar de publicar aqui; afinal, trata-se de bons versos e de um grande autor:
O Amor, Quando Se Revela (Fernando Pessoa)
O amor, quando se revela,
Não se sabe revelar.
Sabe bem olhar p'ra ela,
Mas não lhe sabe falar.
Quem quer dizer o que sente
Não sabe o que há-de dizer.
Fala: parece que mente...
Cala: parece esquecer...
Ah, mas se ela adivinhasse,
Se pudesse ouvir o olhar,
E se um olhar lhe bastasse
Pra saber que a estão a amar!
Mas quem sente muito, cala;
Quem quer dizer quanto sente
Fica sem alma nem fala,
Fica só, inteiramente!
Mas se isto puder contar-lhe
O que não lhe ouso contar,
Já não terei que falar-lhe
Porque lhe estou a falar...
Essa "pessoa" tá na lista d'Os caras, pra mim! Como escreve...O amor, quando se revela,
Não se sabe revelar.
Sabe bem olhar p'ra ela,
Mas não lhe sabe falar.
Quem quer dizer o que sente
Não sabe o que há-de dizer.
Fala: parece que mente...
Cala: parece esquecer...
Ah, mas se ela adivinhasse,
Se pudesse ouvir o olhar,
E se um olhar lhe bastasse
Pra saber que a estão a amar!
Mas quem sente muito, cala;
Quem quer dizer quanto sente
Fica sem alma nem fala,
Fica só, inteiramente!
Mas se isto puder contar-lhe
O que não lhe ouso contar,
Já não terei que falar-lhe
Porque lhe estou a falar...
terça-feira, 31 de maio de 2011
Mais Literatura...
01:51 | Postado por
Camilla Nogueira |
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"(...)
As coisas tangíveis
tornam-se insensíveis
à palma da mão
tornam-se insensíveis
à palma da mão
Mas as coisas findas
muito mais que lindas,
essas ficarão
muito mais que lindas,
essas ficarão
(..)"
Pra quem não conhece(o que acho difícil), esse é o trecho final de Memória - de Carlos Drummond de Andrade.
Rabisquei esses versos do poeta-bruxo há uns 6 anos na contracapa de um livro; encontrei e resolvi trazer no Outra Flor.
São palavras que me intrigam: possuem tanto significado, encaixam-se em tantos contextos... E continuam me intrigando!
Sinta-se intrigado também; por favor, não me deixe só nessa compilação!
sábado, 28 de maio de 2011
Olhando pra cima!
13:28 | Postado por
Camilla Nogueira |
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Yes! A minha vida tem trilha sonora, poesia e cores bonitas!
Ultimamente, tenho escolhido apreciar e viver: madrugadas, auroras, crepúsculos... Quanto arrebol.
Abaixo, uma pequena seleção de imagens pessoais desses momentos.
| Um último sorriso do sol pro dia - A.S.M. |
| Escondendo-se no rio (C.N.) |
| Algodão-doce rosado (C.N.) |
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| Pequena lua grande - V.C |
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| Chegando - I.S.M |
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| Amarelo manga - V.C |
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| Calmaria que invade - I.S.M. |
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| Que nem fogo - IS.M. |
| Mãos pro céu, pra esse céu! - A.S.M. |
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Caminhando contra o vento...
18:11 | Postado por
Camilla Nogueira |
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Passei o dia com 'Alegria, alegria' na cabeça... E, como o 'Outra Flor' é lugar de confissão(também), preciso dizer que eu me acho de outras épocas!
A tal art nouveau da Belle Époque me encanta; assim também os anos 60 do século XX pelo Brasil e por todo mundo - Apesar da construção do muro de Berlim e da execução do Che Guevara, essa década foi contemplada com muita história vivida pra ser contada: O Feminismo, o movimento estudantil, os hippies, Fidel Castro e Cuba, Golpes militares nos quatro cantos do mundo, a televisão que passa a ser um meio de comunicação de massa e ganha cores, a criação da FUNAI, o MASP, a capital brasileira que sai do Rio de Janeiro, Direita X Esquerda, a copa do mundo no Chile, o embrião da internet, os Jackson 5, a contracultura Jopliniana, os Panteras Negras, o topless na Europa, a morte de Adorno(Não conhece Adorno???) , Hannah Arendt...
Dá pra enumerar muitas alegrias e não-alegrias; por isso, quero destacar o famigerado Tropicalismo que combatia a música (unicamente) ligada às tradições, denunciando e ironizando as contradições do nosso país.
"Pra" Caetano, "pra" Gil e todos aqueles "convidados" ao exílio(e "pra" vc):
"Caminhando contra o vento
Sem lenço e sem documento
No sol de quase dezembro
Eu vou..."
(Viagem nesse vídeo!!!)
"Que cada lágrima e gota de sangue não tenha sido em vão. E o sorriso gerado passe longe do comodismo... Inquietei-vos!" (Camilla Nogueira)
A tal art nouveau da Belle Époque me encanta; assim também os anos 60 do século XX pelo Brasil e por todo mundo - Apesar da construção do muro de Berlim e da execução do Che Guevara, essa década foi contemplada com muita história vivida pra ser contada: O Feminismo, o movimento estudantil, os hippies, Fidel Castro e Cuba, Golpes militares nos quatro cantos do mundo, a televisão que passa a ser um meio de comunicação de massa e ganha cores, a criação da FUNAI, o MASP, a capital brasileira que sai do Rio de Janeiro, Direita X Esquerda, a copa do mundo no Chile, o embrião da internet, os Jackson 5, a contracultura Jopliniana, os Panteras Negras, o topless na Europa, a morte de Adorno(Não conhece Adorno???) , Hannah Arendt...
Dá pra enumerar muitas alegrias e não-alegrias; por isso, quero destacar o famigerado Tropicalismo que combatia a música (unicamente) ligada às tradições, denunciando e ironizando as contradições do nosso país.
"Pra" Caetano, "pra" Gil e todos aqueles "convidados" ao exílio(e "pra" vc):
"Caminhando contra o vento
Sem lenço e sem documento
No sol de quase dezembro
Eu vou..."
(Viagem nesse vídeo!!!)
"Que cada lágrima e gota de sangue não tenha sido em vão. E o sorriso gerado passe longe do comodismo... Inquietei-vos!" (Camilla Nogueira)
segunda-feira, 14 de março de 2011
Perfis Psicológicos
21:08 | Postado por
Camilla Nogueira |
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Esse assunto da Psicologia Moderna tem cada vez mais captado a minha atenção e curiosidade. Esses perfis psicológicos traçam uma imagem aproximada de quem somos; é essencial conhecê-los para compreender, além de quem somos, como somos; o porquê de nossos hábitos e atitudes, e entender o modo como agimos. Os perfis psicológicos são quatro: Colérico, Melancólico, Sanguíneo e Fleumático. *
São sete as pistas que o examinador treinado pode usar para nos "catalogar":
- Estuda o aspecto e a atitude da pessoa;
- Procura determinar o tipo de humor predominante e a sua capacidade de sociabilização;
- Observa o discurso e a linguagem;
- Procura perceber os continentes do pensamento da pessoa (como ela pensa, os seus conteúdos, eventuais perturbações ou limitações, a destreza de raciocínio etc);
- Avalia a inteligência e outras dimensões mentais (cognitivas) para descortinar a sua capacidade de resolução de problemas da vida, a estrutura intelectual etc.;
- Determina o auto-conceito (como a pessoa se vê e avalia a si mesmo);
- Avalia a capacidade do juizo crítico - capacidade que permite a uma pessoa tomar decisões adequadas a cada situação da vida e agir em conformidade (por exemplo, uma pessoa impulsiva por natureza tende a julgar irreflectidamente as situações e atuar com consequências negativas).**
Porém, na falta de um profissional habilitado, segue, abaixo, o link com um teste criado para esse tipo de estudo:
Com o resultado em mãos (siga as instruções para realização do teste), no próximo post do Outra Flor nasceu na rua estarei trazendo os aspectos gerais dos quatro perfis. Com isso, acredito que será possível conhecer melhor o seu eu e buscar o equilíbrio entre os pontos negativos e positivos do seu perfil!
*Aos psicólogos de plantão, aceito correções e sugestões(para o próximo post acerca do assunto), desde que devidamente embasados.
** As instruções foram extraídas do canal online Idade Média
***O teste desenvolvido por esta igreja é amplamente confiável, apesar de não se tratar de um assunto/estudo de ordem "religiosa".
.
sexta-feira, 4 de março de 2011
Carnav... O que?
00:35 | Postado por
Camilla Nogueira |
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| 'Romero Brito' |
Não sei se isso é guerra, não sei qual será o saldo final dessa história... Não me perguntem do que a Veneza Brasileira tem sido acometida! Estou por fora, e só volto quando tudo isso acalmar!
E não, por isso, me falta cor e cultura!
Viva a arte da contramão do mundo!
quarta-feira, 2 de março de 2011
Butterflies in my stomach!
11:54 | Postado por
Camilla Nogueira |
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| "Otra vez esa sensación" |
Certamente, essa expressão surgiu nas linhas de algum autor muito inspirado. De qualquer forma, hj ela é uma espécie de "patrimônio da humanidade".
E por quê?
Porquê conta-se nos dedos das mãos as pessoas que nunca tiveram essa curiosa sensação! Aliás, quem nunca sentiu borboletas no estomago que atire a primeira pedra!
Mas, o que isso significa mesmo?
É aquela sensação dos momentos que antecedem uma prova de vestibular ou uma ida ao dentista... OU uma ligeira inquietação, aquele nervoso, aquela ansiedade de quando estamos APAIXONADOS! Sim, apaixonados! E nem precisa encontrar o amado para as borboletas "borboletarem" , só de pensar..........
(...)
Apesar desta segunda condição muitas vezes não ser tão "mágica" assim e se apresentar de forma nociva... Sinceramente, desejo borboletas na dose certa para todos!
Sejam, no minimo, apaixonados pela vida!
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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Era Uma Vez - O Filme
13:05 | Postado por
Camilla Nogueira |
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| "Uma história de amor numa cidade partida!" |
O longa inicia com um giro nas lembranças da infância e adolescência do Dé, tudo narrado pelo próprio garoto.

Vivências que envolvem injustiça, morte, intolerância, dor etc.: A típica realidade das comunidades brasileiras, ou, no mínimo, uma espécie de paradigma que tanto se deseja romper, mas que ainda impera.
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| Nina descobrindo o morro... |
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| Dé, vendedor de hot-dog na orla, nada à vontade ao conhecer o apartamento que tanto permeou seus sonhos por ser o "castelo" de sua amada! |
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Visita-me na Lua
17:28 | Postado por
Camilla Nogueira |
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Minha cabeça está na Lua!
Após ressurgir em feridas,
Vagou em distâncias infindas
Sobrevoou espaços, e mentes e fôrmas.
Vagueou em quatro cantos, dimensões imagináveis.
Amenize ao tocar nas palavras,
Hoje encontro-me na Lua!
A Lua dos corações guardados,
Arrancados ao pudor de quem
Um dia submetera-se à cordialidade de vícios,
Aos cantos inesperados juvenis, fonte de excitação!
Desse curso comum, quando se vem
Ou fecha um ciclo, e o renascimento,
A brutalidade da mudança ingênua.
Tem tirado-me da órbita, sobrando
Parte física indecifrável, e o espírito,
Errante andarilho em terras desconhecidas.
O amanhã, um rascunho borrado de coisa alguma:
O passado, marcado e entristecido ainda na memória.
Permita-me morar aqui, ao longe,
Hoje sou garota da Lua!
Senhora iluminadora das madrugadas,
Alterada de acordo à época:
De emoção forte, ou ligeira plenitude bela.
Deixe-me cochilar um bocadinho,
Pois sonhar em nosso mundo,
É viver a realidade em outro.
Outro mundo: Na Lua.
Poema escrito para mim em 18 de Fevereiro de 2009 pela linda e amiga Bruna Castiel - Atriz Revelação do 17º Janeiro de Grandes Espetáculos/2011 (por "Senhora dos Afogados") - Não podia deixar de contemplar essa incrível escritora no desataviado Outra Flor Nasceu na Rua.
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